quinta-feira, 21 de abril de 2011


Where is the moment we needed the most? 
You kick up the leaves and the magic is lost
...


Well, you need a blue sky holiday ???

segunda-feira, 18 de abril de 2011

mais ou menos assim.


Lembro agora de alguns certos slides que li, sobre o sono, mais precisamente sobre as recomendações para uma boa noite de sono. Fiz algo errado??? hummm acho que a culpa foi de um ovelha mesmo, so sweet... a 26... haha Mais sorte??? Só se for na loteria mesmo. =D
Vamos lá: chá-teia-tia-rio-ovo; noé-lei-chá-mãe-chá-boi.

que seja doce.

"Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e me lembrar de você. 
Que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira - quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar
Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e e-mails bonitinhos. 
Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. 
Que seja doce o seu cheiro
Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. 
Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. 
Que sejam doces suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. 
Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. 
Que seja doce a ausência do meu medo. 
Que seja doce o seu abraço
Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão."




Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 21 de março de 2011

laranja e todas as cores

Siga a seta e vá encontrando cores pelo ar, pelo caminho, embaixo de pedras, atrás de paredes...
ôoo lua boa de se olhar...  

Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais
Ô menina, parece índia Ianomami seu cabelo preto breu
Simula um toque, que desabroche
Esse teu casto mastigado pelo meu
Se quer tamanho vou despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais
Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Se quer tamanho vou te despir a alma
E afogar a calma salivando um beijo teu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu
Siga a seta e diga que sou seu
(Maria Gadú - Laranja)

domingo, 13 de março de 2011

'cause i'm in so deep.

O que eu percebo é que depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim e em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro.
Isso é bom.

quarta-feira, 9 de março de 2011

in the evening...

"... My love is the evenin' breeze touchin' your skin
The gentle, sweet singin' of leaves in the wind
The whisper that calls after you in the night
And kisses your ear in the early moonlight
And you don't need to wonder, you're doing fine
My love, the pleasure's mine..."

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vem coração!!!

Água, Terra, Vento, Fogo... CORAÇÃO! eeeeeeeeee É, como muitas vezes acabo achando que salvar o Planeta é algo utópico tento, pelo menos, salvar meu coração. Nãooooo, coloque isto no plural. Até porque não iria querer ficar vagando sozinha nesse Planeta, nem em outro qualquer por aí...


Vênus (Paulinho Moska)

Quando a sua voz me falou: vamos
Eu vi deus sentado em seu trono: vênus
A religião que nós dois inventamos
Merece um definitivo talvez... pelo menos
Perceba que o que me configura
É sempre essa beleza
Que jorra do seu jeito de olhar
Do seu jeito de dar amor
Me dar amor
Não te dei nada que seja impuro
No futuro também vai ser assim
Se hoje amanheceu um dia escuro
Foi porque capturei o sol pra mim
Perceba que o que te configura
É sempre essa beleza
Que jorra do meu jeito de olhar
Do meu jeito de dar amor
Te dar amor
Perceba que o que nos configura
É sempre essa beleza
Que jorra do nosso jeito de olhar
Nosso jeito de dar amor
Nos dar amor
Não falo do amor romântico,
Aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
E pensam que o amor é alguma coisa
Que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro,
Antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta? O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
O amor será sempre o desconhecido,
A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido, quer ser violado,
Quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
Decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
E nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor e não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
E nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
Como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
Como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
O amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio
Porque somos o alimento preferido do amor,
Se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
Me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.
Ou melhor, só se vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Fazia muito tempo que não escutava essa música. Preparando a janta e já com minha mente saciada de tantos pensamentos com cheirinho bom, essa música ficou como trilha sonora. Nem os barulhos do carro, nem a festa dos vizinhos no corredor, nem o barulho do ventilador (o do teto haha), me tiraram daquela sensação de estar sendo levada por ondas até uma ilha de areia fina e branca, onde o tempo não existe. Sabe, queria muito que os ponteiros do relógio tivessem parado nesse último final de semana. É, concordo com o Moska aí, que o amor é sentido na alma, no espírito (abrangendo os inúmeros significados que essas palavras podem assumir). Sim, o amor é sentido em cada órgão, em cada célula e senti-las agradecendo com um sorrisão que se estende pelo corpo todo é muito bom! Mas não deixarei de usar o CORAÇÃO como aquele diretamente ligado à palavra AMOR. Os dois são primos, irmãos. Palavras que já nasceram pedindo o seu complemento. Para alguns tudo isso pode parecer bemmm piegas, mas para mim é o máximo da originalidade e coragem. Sim, porque se jogar num abismo, sem saber o que esperar (por um trampolim, um puff gigante ou... o chão, simplesmente) não é para qualquer um.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"tão bonitinha"

00:01

que sacooooooooo
não comecei bem esse dia... e olha que tem praticamente as 24 horas ai pela frente. Espero que algo mude. A gente espera, espera, sofre por não ter, anda reclamando para deus e todo mundo e para si mesmo que não tem, mas e quando tem???? Fica o tempo todo pensando sobre, quando não tem, mas quando tem não sabe como agir?? Confuso. Calafrios. Mas é que está frio mesmo. Janela aberta. Massa de ar frio que tomou conta do estado... Aquela impressão de ter o gostinho do medo de perder e conquistar todo o dia é bom. Sim, é bom. Admito. Mas só se a perda e a conquista não ultrapassarem a fração de 3 segundos entre uma e outra.
Estou com sono. Durma bem.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

dias assim... sem você.

Mais uma noite a chuva cai leve, lá fora. Quase não se permitindo enxergar ela escorregadia molhando cada banco, cada pedra, cada chapéu, careca e sapato na rua. Estou fazendo companhia (por pouco tempo) com torradas cortadas e recheadas de queijo derretido e café. Continuarei com o chimarrão logo mais. Enquanto fico olhando para o movimento de dança que as leves e diminutas gotas de chuva fazem com a sua parceira - o vento - essa música toca. Deixo-me seduzir. Tá ai: 
Avião sem asa.
Fogueira sem brasa.
Sou eu assim sem você.
Futebol sem bola.
Piu-piu sem Frajola.
Sou eu assim sem você.
Porquê é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim?
Eu te quero a todo instante.
Nem mil auto-falantes.
Vão poder falar por mim.
Amor sem beijinho.
Buchecha sem Claudinho.
Sou eu assim sem você.
Circo sem palhaço.
Namoro sem amasso.
Sou eu assim sem você.
Tô louco pra te ver chegar.
Tô louco pra te ter nas mãos.
Deitar no teu abraço.
Retomar o pedaço.
Que falta no meu coração.
Eu não existo longe de você.
E a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver.
Mas o relógio tá de mal comigo.
Por quê?
Por quê?
Neném sem chupeta.
Romeu sem Julieta.
Sou eu assim sem você.
Carro sem estrada.
Queijo sem goiabada.
Sou eu assim sem você.
Por que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim?
Eu te quero a todo instante.
Nem mil alto-falantes.
Vão poder falar por mim.
Eu não existo longe de você.
E a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver.
Mas o relógio tá de mal comigo.
Eu não existo longe de você.
E a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver.
Mas o relógio tá de mal comigo.
(Fico assim sem você - Adriana Calcanhoto/ Adriana Partimpim - prefiro assim =D )